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Dicas WCenter


• Audi TT - Esta é a versão simples...

Audi TT avaliado é o de menor potência e tem tração só na dianteira. Custa R$ 196 mil. É praxe os cupês tentarem repro­duzir para o motorista comum as sensações de um carro de competi­ção. Õ Audi TT, por exemplo, tem direção pesada, bancos com abas sa­lientes, suspensão enrijecida... o mo­torista pensa estar em um cockpit. Tudo isso com o apoio de um motor turbo comprimido de 211cv. Assim, ao longo de 854km com o esportivo, a emoção deu o tom. Claro que este não é um carro de cor­rida, mas nas curvas fechadinhas da estrada Mury-Lumiar, na Serra Flu­minense, seu comportamento foi o de um kart. Pura diversão. E olha que estávamos a bordo da versão "mais simples" — digamos assim — do TT. Mesmo com tração apenas nas rodas dianteiras (o sis­tema integral quattro é só para o TTS, de 272cv), o cupê gruda no chão ao contornar as curvas. A sus­pensão traseira, multibraço e com curso curto, é de grande precisão. O mesmo vale para a direção com assistência elétrica. É pesadinha, e mostra comunicação bem direta com as rodas. Fica firme em velocidades mais altas e extrema­mente leve na hora de estacionar — mesmo com os larguíssimos pneus 245/40 R18. O câmbio de seis marchas é au­tomatizado — o DSG, de dupla em­breagem. Nos modelos Audi, recebe o nome de S-Tronic. Mesmo em mo­do drive o TT não perde a esportividade. As mudanças são muito rápidas e até certo ponto suaves, en­quanto o carro deslancha. Claro que o cupê da Audi tem aquela solução para os que adoram achar que são pilotos: borboletas no volante para passagem das marchas, que permitem uma maior interação do homem com a máquina. A segunda (e atual) geração do TT nasceu em 2006. Desde então, pouco mudou. No ano passado, a potência de seu motor 2.0 turbo com injeção direta foi aumentada, pas­sando de 200cv aos .atuais 211cv. Opcionais obrigatórios Com preço inicial de R$ 196 mil, o TT Coupé traz de série revestimen­tos de couro, ajustes elétricos dos bancos da frente, retrovisores eletro-crômicos e sensor de obstáculos. Há opcionais inexplicáveis, como Blue-tooth e conexão para iPad no som, que deveriam vir incluídos na conta de qualquer carro desta categoria. O status é a maior função do car­ro. Ainda mais no Brasil, onde o TT chama uma tremenda atenção -mesmo no Rio. Nas pacatas São Pedro da Serra e Lumiar, o Audi causou até certo es­panto. Houve gente imaginando que enfrentaríamos as maltratadas estradinhas de terra para chegar às belas cachoeiras da região. Mas não judia­mos do carro: mochila nas costas, a diversão com o TT ficou para trás e seguimos a pé .(Fonte:motor extra de 04/02/2012)-Fernando Miragaya
• Toyota Scion FR-S – Cheio de moral

O Scion FR-S terá uma versão de rua com 202cv e outra, para pista, com608cv. A Scion é a “marca jovem da Toyota” nos EUA. Só que a divisão não quer em sua gama apenas carrinhos baratos ou que lembrem os brinquedos Playmobil. A prova da nova fase é o esportivo FR-S. Mostrado no começo do mês em Detroit, o cupê da Scion é irmão dos toyotas GT 86 e Subaru BRZ, apresentados no último salão de Tóquio. São esportivos relativamente compactos ( 4,27m de comprimento ) e leves (o peso deve ficar em torno dos 1200 Kg ). Os três modelos compartilham a carroceria e a mecânica: um motor Subaru de quatro cilindros contrapostos ( boxer ), de 2,0 litros com injeção direta e potência de 202cv. O câmbio é manual, de seis marchas, mas há a opção de caixa automática. A melhor parte é que esses carros “riscam” com as rodas certas. O nome FR-S, aliás, já dá a dica em inglês: o “F” é de Front indicando o motor na frente; o “R” vem de Rear ( mostrando a tração traseira ). Já o “S” vem de Sport. As vendas começam em março. Achou 202cv pouco para o cupezinho? Pois saiba que o modelo da Scion tem uma versão preparada para a fórmula Drift – aquela categoria de origem japonesa em que os carros andam de lado a maior parte do tempo – que rende nada menos que 608cv. (Fonte:motor extra de 25/01/2012)-Fernando Miragaya
• Renault Duster - Ficha técnica

Preço: R$ 65.800 (versão Dynamique 2.0 4x4) Origem: Brasil Motor flex, quatro cilindros, 16v, 1.998cm 3 , potência de 138/142cv (a 5.500rpm) e torque de 19,7/20,9kgfm (a 3.750rpm) (g/a) Transmissão: câmbio manual de seis marchas. Tração nas quatro rodas por acoplamento viscoso Suspensões: dianteira McPherson e traseira multibraço Freios: a disco na dianteira e a tambor na traseira, ABS de série Pneus: 215/65 R16 Tanque: 50 litros Porta-malas: 400 litros Dimensões: 4,31 m de comprimento; 2,67m de entre-eixos e vão livre de 2 km Peso: 1.353 quilos De O a 100knVh: 9,9s Velocidade máxima: 180 km/h    , Consumo*: 7,4km/l (cidade) e 9,8km/l (estrada), com álcool Fonte:motor extra de 18/01/2012
• Renault Duster - Sonho da classe média

Duster atropelou as vendas do Ford EcoSport, que logo ganhará uma nova geração. A pediatra Suzana Oliveira estava parada em um engarrafamento quando veio um motociclista na con­tramão e bateu de frente em seu Ford EcoSport. Ela e Arthur, de oito anos e devidamente aboletado em sua cadeirinha, nada sofreram. Mas o carro já era: perda total. Fã de uti­litários, a doutora pensou em com­prar outro EcoSport quando rece­besse o seguro. Mas surgiu o Re­nault Duster e a dúvida: qual dos dois? Tentaremos ajudar... O Duster é um daqueles modelos que demoraram demais a aparecer. Havia demanda reprimida para esse tipo de veículo e, por oito anos, o EcoSport reinou sem concorrentes. O dado principal é que o Renault é bem interessante. Resultado: lança­do no Brasil em outubro passado, o Duster atropelou o Ford em vendas. Á coisa deve ficar assim pelo menos até a a chegada da nova geração do EcoSport, em abril. Mas o Duster é bom? Vamos por partes... Originalmente, o Duster é um modelo Dacia, a subsidiária romena da Renault. Tem a mesma origem de Logan e Sandero, ambos bem-sucedidos por aqui e que também foram desenvolvidos para os chamados "países em desenvolvimento". O carro tem formas volumosas — quem o vê tão altivo e musculoso nem imagina que ali embaixo se es­conde uma plataforma de Logan. Mesmo sem ser "bonito", tem muito mais presença do que o EcoSport atual. É um desenho limpo, em que não se apelou para penduricalhos pseudo-aventureiros. Nada de estepe externo, por exemplo: na versão 4x4, o sobressalente vai dentro do porta-malas (nas outras, vai sob o veículo). Por dentro, há muito espaço (cin­co viajam numa boa) e ainda um ge­neroso porta-malas, no qual cabe­riam todos os brinquedos do Arthur. E há, também, aquela posição de di­rigir elevada que as mulheres — in­clusive Suzana — adoram. Já o acabamento interno decep­ciona — os materiais são simples de­mais. Mesmo os plásticos brilhosos têm aparência ordinária, encaixes frouxos e grandes vãos entre as pe­ças. Definitivamente não combinam com o que existe do lado de fora. E olha que avaliamos a versão topo de Unha, a Dynamique 2.0 4x4 ...(Fonte:motor extra de 18/01/2012)~Roberto Dutra
• Hyundai Hexa Space - Aula de geometria

Hyundai apresenta minivan-conceito que leva oito pessoas sem sensação de aperto. A Hyundai mostrou no Sa­lão de Nova Deli a minivan-conceito Hexa Space. Com os mesmos 4,30m de compri­mento da Chevrolet Zafira, tem oito bancos individuais. Os bancos são desalinha­dos uns dos outros, ficam en­caixados como peças de quebra-cabeça e têm formato de hexágono — melhor solução para aproveitar espaços, se­gundo a Hyundai. Seguindo a tendência atual, o motor é pequenino: 1.2 turbo, casa­do com uma caixa automá­tica de seis marchas. (Fonte:motor extra de 18/01/2012).  
• Salão de Detroit 2 - cont ...

Após três anos de crise e baixo astral, a ordem em Detroit é impressionar o mundo. Depois de crises, concordatas..... Chevrolet TRU 140S e Coda 130R – A GM tente mostrar que ainda tem o poder de ousadia apresentando dois protótipos esportivos em Detroit. O Code 130R é um pequeno cupê de quatro lugares e tração traseira. Apesar de trazer um embleminha da Corvette na lateral, tem motor turbo de quatro cilindros, 1,4 l 150cv. Daria um belo e racio esortivo “ de entrada “. Já o TRU 140S usa a plataforma do Cruze, com tração dianteira. O motor é o mesmo 1,4 turbo do Code. Suas linhas bem talhadas, com jeitão mais oriental, podem ser um teste de estilo para futuras gerações de Chevrolet.(Fonte:motor extra de 11/01/2012) Mercedes SL – A sexta geração do Mercedes recorreu a uma estrutura de alumínio para ficar 110 quilos mais leve. Seu desenho, contudo, não traz grandes inovações. A chegada ao Brasil está marcada para outubro.(Fonte:motor extra de 11/01/2012)
• Salão de Detroit 1

Após três anos de crise e baixo astral, a ordem em Detroit é impressionar o mundo.  Depois de crises, concor¬datas, negociações e até estatizações no setor automotivo americano, o Salão de Detroit deste ano tem ou¬tra dimensão. Os fabricantes que¬rem recuperar o glamour do evento (um dos principais do mundo) e provar que sobreviveram às turbulências económicas. A ordem é impressionar. Por isso, há atrações de todos os tipos — os esperados sedas, os conceitos ousados, as propostas "verdes", os supe-resportivos e os inevitáveis utilitários. Também há compactos, mas, apesar dos esforços dos fabricantes para mostrar suas vantagens, modelos pequenos ainda não fazem a cabeça dos americanos. Veja algumas das novidades mais importantes. Ford Fusion - A Ford fez questão de ressaltar a queda nas vendas dos concorrentes Honda Accord e Toyota Camry no lançamento da segunda geração do seda Fusion. O carro adotou o "bocão", que se tomou a nova marca registrada da Ford e será um modelo global — na Europa, o Mondeo terá a mesma cara. O visual lembra bastante os carros da Aston Martin, marca que já pertenceu à Ford. Inicialmente terá motores Ecoboost de 1,6 e 2,0 litros, além de uma versão híbrida e outra 100% elétrica (batizada de Energl). Aqueles botões nos quais se digita um código numérico para abrir a porta, que sempre foram um charme do Fusion, mudaram: saem anacrónicas teclas e entra um discreto acabamento ,ao lado do vidro do motorista, com números sensíveis ao toque. Este novo Fusion chegará ao Brasil no segundo semestre. Dodge Dart - O Dart era um seda grande que fez a cabeça de muito garotão no Brasil dos anos 70. Pois esqueça a nostalgia... Em comum com o extinto carrão tipicamente americano, esta "releitura" só tem o nome, O novo Dodge Dart usa, pasmem, plataforma esticada da Alfa Romeo Giulietta. Coisas desses tempos globalizados em que a Fiat é dona da Chrysler... E nada daqueles musicais V8 do passado: o carro usa os motores de quatro cilindros Fiat Mui-ti Air (1.4 turbo e 2.4 aspirado). Há ainda uma versão 2.0 16v. Com porte aproximado de um Honda Civiç, Unhas angulosas, capô abaulado e traseira alta, o seda será feito nos EUA. Os nostálgicos brasileiros terão de se contentar com os velhos Dart sobreviventes, já que esta nova geração tem poucas chances de chegar ao nosso mercado.e fez a cabeça de Com porte aproximado de um Honda Civiç, Unhas angulosas, ,capô abaulado e traseira alta, o seda será feito nos EUA. Os nostálgicos brasileiros terão de se contentar com os velhos Dart sobreviventes, já que esta nova geração tem poucas chances de chegar ao nosso mercado. Hyundai Veloster - Já dá para imaginar a propaganda-exaltação da Hyundai quando esta versão apimentada do cupê de três portas chegar ao Brasil, no segundo semestre. Uma voz empestada anuncia: "Hyundai Veloster, o carro mais rrrrápido do mundo!". Mas vamos com calma... O motor 1.616v com comando variável e turbocompressor rende 204cv. A transmissão é manual ou automática, sempre com seis marchas. O ímpeto esportivo só esbarra na tração dianteira, A grade foi modificada para deixar bem clara a diferença em relação ao Veloster normal (a versão vendida no Brasil tem motor de 128cv). Os amantes do tuning babariam aos litros pelo exemplar mostrado em Detroit, com pintura fosca, dupla saída de escapamento e vistosos aros de 18 polegadas. (Fonte:motor extra de 11/01/2012)
• A família vai crescer

Dacia Lodgy deve seguir o rumo de Logan e Duster e ganhar cidadania brasileira. Quando a Scénic deixou de ser fabricada no Brasil, em 2009, o pro-jeto J92 já estava aprovado: seria uma minivan com a plataforma do Logan e a marca Renault. Eis que o modelo acaba de dar as caras na Europa, com o nome de Dacia Lodgy. Por ora, são apenas fotos — a apresentação oficial será no Salão de Genebra, em março. Como já aconteceu com outros produtos Dacia (subsidiária rome¬na da Renault que lançou os mo¬delos Logan, Sandero e Dusíer), a Lodgy será fabricada também no Brasil. Pelo que apuramos, chegará aqui apenas em 2013. O único dado técnico já divul¬gado é que a Lodgy tem 4,5 metros de comprimento. Isso é muita coi¬sa: são 8cm a mais do que a prima Nissan Grand Livina e 17cm extras em relação à Chevrolet Zafira! Com a plataforma BO dos Logan, Sandero e Duster, a Lodgy terá ver¬sões de cinco e sete lugares. A grade da versão brasileira será diferente — e não só pela troca do escudinho Dacia por um Renault. A empresa já trabalha nas alterações de estilo e mecânica, nos centros de design e engenharia de São Paulo e em São José dos Pinhais, no Paraná. A versão brasileira certamente terá o bom motor 1.6 16v do resto da linha. E há a possibilidade de uma opção mais cara, de 2,0 litros. Seu preço inicial ficará abaixo de R$ 50 mil. Assim, o grupo Renault-Nissan terá por aqui outra minivan além das Livina e Grand Livina.(Fonte:motor extra de 11/01/2010)-Jason@oglobo.com.br
• Smart For-US - Ideia de duplo sentido

O nome entrega: conceito For-Us é a aposta da Smart para o mercado americano.   Vender os pequeninos Smart na terra do utilitários gigantes não é fácil, mas vale tentar... O protótipo apresentado em Detroit tem um nome de duplo sentido — For-Us, que pode significar, em inglês, tanto "para nós" quanto "para os Estados Unidos (Uni-"ted States)". Com 3,54m de comprimento, é a menor picape do mundo... Usa motor elétrico de 55kW (75cv) e, na caçamba, carrega duas bicicletas elétricas da li­nha e-Bike, da própria Smart .(Fonte:motor extra de 11/01/2012) -Miragaya@oglobo.com.br
• Acesso restrito

Mercado de luxo crescer á no Brasil em 2012. Como os mercados tradicionais para carros de luxo estão em ponto morto, é hora de os fabricantes olha­rem para o acelerado Brasil. * PORSCHE 911 As mudanças visuais poderão pas­sar desapercebidas, mas os 911 che­garão maiores, mais leves e bem mais potentes. * TOYOTA PRIUS O híbrido mais popular do mundo estará no Brasil em 2012, já em sua segunda geração. ^ ASTON MARTIN CYGNET É um urbano da Toyota disfarçado com a marca Aston Martin... Deverá arrancar suspiros das madames que andam de Mini Cooper e Smart.   *BMW A marca prepara vários lançamen­tos: novas Séries l, 3 e 6, além do endiabrado M5 com um motorzão V8 biturbo de 560cv. * MERCEDES-BENZ A fabricante lançará as novas ge­rações das Classes A, B e ML, além do SLS Roadster. *VOLVO Uma nova geração do XC90 deve aparecer no Salão de São Paulo, em outubro, com um renovado C30 — com direito a quatro portas. * AUDI Q5 HYBRID O utilitário híbrido mescla motores a gasolina e elétrico, que somam 245cv. O consumo prometido é de 14,5km/l Chega ao Brasil em maio, com o caçula Q3 (que tem a plata­forma do Audi A3). ^AUDI A1 e A3   O A1 ganhará versão quatro portas, enquanto o A3 terá nova geração, a ser revelada em março, em Genebra. .(Fonte:motor extra de 04/12/2012)  
• Novidades de peso

Chevrolet S10 e Ford Ranger puxam a fila das picapes e dos utilit á rios esportivos. O ano começará trazendo as novas gerações das rivais GM S10 e Ford Ranger. E não serão apenas os ha­bituais retoques estéticos — desta vez, as alterações serão para valer, Os lançamentos vão aíém, com uti­litários de variados fabricantes para fazer a cabeça dos fãs do género. -GM S 10 Só o nome antigo será mantido, to­do o resto muda. A nova geração será lançada em fevereiro e seu chassi foi projeíado no Brasil — é mais alto e estruturalmente mais moderno do que o da veterana antecessora — ain­da líder de vendas "do segmento. Ha­verá opções com motor flex ou um novo íurbodiesei, feito pela própria GM. Na transmissão, tração 4x4 ou 4x2. A versão fechada (que será a no­va Blazer) deverá ficar para 2013. - FORD RANGER Totalmente reformulada, chegará em maio para tentar fazer frente à S10. 0 chassi é todo novo, mais alto e parrudo. A cabine é feita na medida para brigar com a Hiíux. Outra im­portante novidade está sob o capo; os motores a diesel passam a ser fabri­cados pela própria Ford — antes eram fornecidos pela MWM. FORD EVEREST Será uma versão fechada da Ran­ger. Há boas chances de que seja apresentada em outubro. - HONDA CR-V O utilitário chega à quarta geração. Feito tanto nos EUA quanto no Mé­xico (de onde será exportado para o Brasil), terá um jeitão mais agressivo que o do modelo atual. Motor 2.4 e opção de sete lugares serão as prin­cipais novidades. Chegada prevista para abril. -GM SUV A marca finalmente terá uma rival para o EcoSport no segundo semes­tre. Será um pequeno utilitário basea­do na plataforma da minivan PM7.(Fonte:motor extra de 04/12/2012)  
• Hyundai HB - Na medida para o Brasil

Hyundai HB tem o estilo e a receita básica dos compactos para brigar com Gol e Palio. "Gostou do carro?". A per­gunta foi feita dentro do HB, pro­tótipo do carro compacto que a Hyundai produzirá no Brasil a par­tir do ano que vem. Quem quer sa­ber, com apreensivo sorriso orien­tal, é um dos engenheiros da marca sul-coreana. A julgar pelo primeiro contato que tivemos com o hatch, nosso amigo pode ficar tranquilo... até certo ponto. Projetado especialmente para o mercado brasileiro, onde brigará com modelos como VW Gol e Fiat Palio, o futuro Hyundai nacional tem virtudes para fazer sucesso e se­nões a serem acertados. São percep­ções desta avaliação inicial, feita no Centro de Pesquisa e Desenvolvi­mento da fabricante, em Hwaseong, a 75 quilómetros de Seul. Em um exercício raro na indústria automobilística (sempre ciosa de seus segredos), um pequeno grupo de jornalistas foi convidado a dirigir três protótipos camuflados. Os car­ros darão origem ao modelo que de­ve chegar às lojas em outubro de 2012. A família HB prevê ainda um seda e uma versão com roupa "aven­tureira" a serem lançados um ano depois do hatch. Antes do teste, pudemos examinar o carro sem disfarces —- mas na­da de autorizacao para fotos. As li­nhas fluidas e, ao mesmo tempo, an­gulosas (à moda dos atuais Hyundai ix35 e Elantra) agradam. Além do estilo moderno, o UB parece ser maior do que realmente é. Durante o evento.a Hyundai não revelou qualquer dado técnico, mas foi possível perceber que o modelo segue a receita dos rivais que pre­tende encarar. Inclusive a tendência do teto alto, o que. confere um bom espaço para cabeç e contribui para a sensação de amplitude. Nesse aspecto, o carro lembra o novo Pa­lio. O vão para as pernas é limitado como em qualquer compacto e o joelho do motorista esbarra no con­sole central. O banco traseiro acomoda dois adultos, com espaço justo para as pernas. O tamanho do porta-malas também remete ao novo Palio, Cha­mam a atenção os porta-trecos. Um, em estilo sanfona no console central, mais dois porta-copos na frente, além de dois porta-garrafas atrás. O acabamento não pôde ser ava­liado — as peças internas dos pro­tótipos ainda eram de plástico liso e rígido (para facilitar ajustes na cons­trução dos moldes finais). Apenas o quadro de instrumentos definitivo estava pronto e remete ao do seda Elantra, em tons azuis.(Fonte:motor extra de 28/12/2011)-Miragaya@oglobo.com.br  
• McLaren MP4-12C - Um torque de classe

Super McLaren MP4-12C aposta na elegância para bater rivais. A McLaren não foi a campeão na Fórmula-1 deste ano, mas fora das pistas está batendo um bolão. O carro que enfeita esta página é a última criação da fabricante inglesa, o McLaren MP4-12. Feito em Woking, na Inglaterra, o modelo não lembra muito seus principais concorrentes - Ferrari e Lamborghini. É mais sóbrio, classudo e elegante, justamente para se diferenciar dos rivais. Mas, ainda assim, transmite uma ima­gem de esportividade de alta classe. O motor desse míssil é uma unidade V8 com 3,8 litros de capacidade volumétrica e 592cv de potência. Com câmbio de sete marchas, o carro só falta sair voando: tem uma relação peso/po­tência de 2,1 quilos para cada cavalinho dispo­nível. Com tudo isso, chega aos lOOkm/h em 3,3 segundos e à velocidade máxima de 330km/h! Tenta justificar, assim, o precinho de 125 mil libras — cerca de R$ 358 mil, sem contar im­postos de importação e afins...(Fonte:motor extra de 28/12/2011)  
• Lamborghini - Forte como um touro

Chega ao Brasil o Aventador, um Lamborghini de 700cv que custa R$ 2,6 milhões. Essa é para sonhadores: a Lamborghini já começou a vender no Brasil o Aventador, lançado na Europa em fevereiro. O preço do bólido é de R$ 2,6 milhões — e deve ter gente por aí achando uma pechincha, uma vez que sete unidades já foram encomendadas no país! Com nome de um touro valente (que brilhou numa tourada em 1993), o Aventador nasceu para substituir o extinto Murciélago no topo da linha Lamborghini. Cheio de peças de fibra de carbono, o carro tem motor V12 aspirado com 700cv, e tração integral. Seu desempenho é um colosso: máxima de 350km/h, com zero a lOOkm/h em 2,9 segundos. Quem vai encarar? (Fonte:motor extra de 30/11/2011)  
• Ficha técnica – Lancer GT

Preço: R$ 85.990 Origem: Japão Motor: a gasolina, quatro cilindros, 16v, 1,998cm 3 ; pot ê ncia de 160cv a 6.000 rpm e torque de 20,1 kgfm a 4.200rpm Transmiss ã o: tra çã o dianteira. C â mbio autom á tico de varia çã o cont í nua (CVT), com seis marchas simuladas Suspens ã o: McPherson na dianteira e Multilink na traseira Freios: a disco ventilado na frente e a disco atr á s. ABS e EBD • Pneus   215/45 R18 Dimens õ es: 4,57m (comp.) e 2,63m (entre-eixos) De 0 a100km/n:10,7s Velocidade m á xima: 198km/h  
• Mitsubishi Lancer - Encontro antecipado

Como é o Lancer que será feito no Brasil . Quando a Mitsubishi chamou para uma avaliação do Lancer, aceitamos de pronto. Afinal, a marca japonesa tem imagem ligada ao 4x4 e uma ga­ma de modelos bem reduzida no Brasil. O seda se propõe a ser, jus­tamente, um divisor de águas para a empresa: por enquanto, o modelo é importado, mas será fabricado em Catalão, Goiás, a partir de 2014. Por 150 quilómetros, conferimos o que o (ainda) japonês Lancer tem a oferecer em um segmento liderado por Corolla e Civic. Para começar, o conforto necessário: espaço para pernas, bancos que acomodam bem o motorista e ergonomia eficiente. No trajeto entre São Paulo e Sousas ; distrito de Campinas, percebe­mos que o motor 2.0 de 160cv (uns 20cv a mais do que os rivais) respon­de rapidamente com seus comandos variáveis de admissão e escape. Basta pisar no acelerador que o seda apresenta sua pegada mais es­portiva que a dos rivais. Ponto para a direção direta e a suspensão firme — mas muito bem calibrada, já que filtra as imperfeições do asfalto. O câmbio CVT merece elogios. A caixa continuamente variável simula seis marchas definidas e trabalha de forma bem linear, sem trancos ou re­duções abruptas nas retomadas. Querendo, o motorista pode fazer as trocas por aletas no volante ou no seletor do console. A 120km/h na Rodovia dos Ban­deirantes, o Lancer faz do equilíbrio seu ponto forte. Não passa qualquer sensação de flutuação e a comuni­cação entre o volante e as rodas é precisa. Pegamos então a estradinha entre Sousas e a Serra do Capricórnio, com curvas fechadas e piso ondula­do. E mesmo assim o seda se mos­trou grudado no chão. Isso sem qualquer suporte eletrônico. E é na lista de equipamentos que o seda peca. Na segurança, há airbag duplo e ABS f mas não existe con­trole eletrônico de estabilidade (ESP) nem como opcional. O Lancer manual custa R$ 67.990 — com ar-condicionado, direção hi­dráulica, "trio elétrico", controle de cruzeiro, rádio, sensores de chuva e luminosidade. Com o câmbio con­tinuamente variável, o valor sobe pa­ra R$ 73.990. Existe ainda uma outra versão, também com transmissão CVT e re­cheio mais caprichado: é a GT, exatamente igual à testada pelo Motor Extra. Custa R$ 85.990 e tem GPS, Bluetooth, airbags laterais, de cabe­ça e para o joelho do motorista, teto solar e interior forrado de couro. O Lancer japonês abrirá, assim, caminho para sua nacionalização em 2014 — será feito na fábrica onde já são produzidos a L200 e os Pajero TR4 e Dakar. Antes disso, porém, o grandalhão ASX também começará a ser produzido em Goiás. O rito de passagem já começou.(Fonte:motor extra de 16/11/2011)-Fernando Miragaya
• Chevrolet Blazer com novo corte

Conceito apresentado em Dubai revela como ficar á o utilit á rio da Chevrolet. Vêm de Dubai boas pistas de como será a próxima Chevrolet Blazer. Apresen­tada como conceito, parece bem perto do mundo real. Trata-se de um utilitário de­rivado da Colorado — picape que por aqui substituirá a S10 atual. Estão lá todos os elementos da nova identida­de visual da marca. A enorme grade frontal é dividida pela barra com a gravatinha dourada. Vista de frente, a Trailblazer (no­me do conceito) lembra um Agile que pegou pesado na academia. Mas não há como negar que as linhas ficaram bem mais harmoniosas. Me­lhor assim... Sete lugares As laterais e a traseira também são anabolizadas, seguindo a receita trivial dos utilitários pelo mundo afora —vai dizer que já não viu es­tes traços nas Toyota Hilux SW4? Com capacidade para sete pessoas, esta Blazer a cami­nho das ruas tem carroceria montada sobre chassi (e não monobloco, como acontece na maioria dos utilitários). A produção começa já em 2012, na Tailândia. Mas e o Brasil, como fica? Levando-se em conta os lançamentos globais e a agilidade com que a Chevrolet tem renovado sua linha por aqui, não tarda muito e a nossa velha Blazer cansada de guerra cantará para subir. É coisa para 2013, quando muitos dos Chevrolet atuais serão lembranças dos tem­pos da vovó . (Fonte:motor extra de 16 de novembro de 2011)-Marco Antônio Rocha
• Chevrolet Cobalt - Ficha técnica

Preços:de R$ 39.980 (LS) a R$ 45.980 (LTZ) Origem: Brasil Motor: flex, quatro cilindros, 8v, 1.389cm 3 ; pot ê ncia de 97/102cv a 6.200rpm e torque de 12,8/13kgfm a 3.200rpm (g/a) Transmiss ã o: tra çã o dianteira. C â mbio manual de cinco marchas Suspens ã c    McPherson na frente e eixo de tor çã o atr á s Freios: a disco ventilado na frente e a tambor atr á s Dimensões: 4,47m (comprimento) e 2,62m (entre-eixos) Peso:1.072kg   3 a 10Okm/h: 11,5 segundos Velo cidade m á xima: 170km/h   Consumo: n ã o divulgado Dados do fabricante
• Cobalt - Um que vale por dois

Cobalt tenta substituir, de uma tacada só, os sedas Astra e Corsa. Será que dá? A classe média brasileira cresce — e a GM agradece, mirando esta par­cela da população com seu mais re­cente lançamento. A empresa quer que o Chevrolet Cobalt nacional se­ja uma espécie de sonho de consu­mo da classe C em ascensão. De uma tacada, o carro tenta substituir os extintos sedas Astra e Corsa. O problema é convencer o su­jeito que passou a ganhar mais a desembolsar R$ 39.780 pelo Co­bait LS, a versão mais simples. Por fora, o modelo assusta pelo estilo — mas pode animar por seu porte. O carro é maior por dentro do que os finados Astra e Vectra. A sensação de espaço é garantida pelo teto elevado e, atrás, existe bom espaço para as pernas — be­nefício dos 2,62m de entre-eixos. Para quem compra carro pelo por-ta-malas, não há seda melhor: são 563 litros! O motorista tem bom vão para a cabeça, mas o joelho direito raspa no console central. O acabamento não demonstra evolução social aos que acabam de trocar um carro po­pular pelo novo seda. A simplici­dade impera, com plásticos cheios de rebarba e encaixes malfeitos. Bossa diferente, só o quadro de instrumentos igual ao do Chevro­let Sonic: um conta-giros de pon­teiro é combinado a um velocímetro digital. O Cobalt usa uma plataforma de projeto sul-coreano (parte dela é compartilhada com o Sonic). Isso se traduz em equilíbrio—pena que só pudemos experimentar o carro por umas poucas voltas rio campo de provas da GM, em Indaiatuba. O câmbio — por enquanto só manual — se destaca pelo bom es­calonamento e pelos engates cur­tos e precisos. Já o motor 1.4 Eco-nofíex não vibra tanto como no Agile. Mesmo em trechos irregu­lares, o isolamento acústico se mos­tra suficiente. Carro grande, motor pequeno S ã o apenas 102cv para mover seda com mais de uma tonelada. É preciso ter paci ê ncia. O motor 1.4 8v rende bem, com arrancadas até convin­centes para sua pequena ci­lindrada (e o grande peso do carro). Ao pegar um aclive, porém, o Cobalt esmorece. Não se pode ter preguiça de reduzir marcha... A lista de equipamentos do seda é um argumento pa­ra conquistar a classe média. Desde a versão LS, todos os Cobalt trazem ar-condicio-nado, direção hidráulica, travas elétricas e ajuste de altura do banco. Não faltam rivais A versão LT (R$ 43.780) recebe airbag, freios com ABS, vidros dianteiros elé-tricos, alarme e regulagem de altura do volante. A topo de linha é a LTZ (R$ 45.980), com rodas de liga leve, faróis de neblina, toca-CD com MP3, computador de bordo e comandos elétricos para os vidros traseiros. Assim, o Cobalt brigará com sedas como Nissan Ver­sa, Volkswagen Voyage e os Renault Logan e Symbol, além do futuro (e bem cres­cido) Fiat Siena. São muitos modelos... Ainda bem que a classe mé­dia brasileira já soma mais de 100 milhões de pessoas.(Fonte:motor extra de 12/11/2011)-Fernando Miragaya
• Novo Civic só em 2012

Catástrofes naturais obrigaram a Honda a adiar o lançamento no Brasil para janeiro. O novo Civic só chegará às conces­sionárias do Brasil em janeiro do ano que vem. O começo da produção em Sumaré, São Paulo, estava previsto inicialmente para julho passado, mas foi adiado seguidas vezes por catás­trofes naturais bem longe daqui. Primeiro, foi o tsunami que dani­ficou fábricas da Honda no Japão. No mês passado, foi a vez de a Tailândia sofrer com as piores inundações dos últimos 50 anos, o que também com­prometeu o fornecimento de peças. A próxima geração do Civic bra­sileiro não será exatamente igual à que foi lançada nos Estados Unidos. Há sutis diferenças na dianteira. Além disso, as lanternas traseiras têm prolongamentos na tampa da mala .(Fonte:motor extra de 12/11/2011)  
• Peugeot 208 - Agora é pra valer

Peugeot vai fabricar o 208 no Rio. Será um carro completamente novo e não uma simples adaptação, como o 207 nacional Eis as primeiras fotos do Peugeot 208, que será fabricado no Brasil a partir de 2013. Feito em Porto Real, o carro terá a mesma plataforma usa­da pelo Citroen C3 Picasso. Oficialmente, a em­presa anunciou apenas que o hatch chegará a nos­so mercado, sern confirmar sua fabricação por aqui (o início das vendas na Europa está previsto para o primeiro semestre do ano que vem). Com o 208, voltaremos a ter um Peugeot com­pacto igual ao que é feito na França. Lembramos que o 207 fabricado atualmente no Brasil nada mais é do que um 206 modificado (e bern dife­rente do europeu). Segundo a Peugeot, o nosso 207 continuará em linba, convivendo por algum tempo com o mo­derno 208, que é 9cm mais comprido. (Fonte:motor extra de 05/11/2011)
• Ficha técnica-Chevrolet Cruze LTZ

Pre ç o: R$ 78.900 Origem: Brasil                       Motor: flex, quatro cilindros, 16v, 1.796cm 3 , comando vari á vel de v á lvulas na admiss ã o; pot ê ncia de 140/144cv a 6.300rpm e torque de 17,8/18,9kgfm a 3.800rpm (g/a) Transmiss ã o: c â mbio autom á tico de seis marchas. Tra çã o dianteira Suspens ã o: McPherson na dianteira e eixo de tor çã o na traseira Freios: a disco nas quatro rodas. ABS, EBD e assistente à frenagem de emerg ê ncia pneus: 225/50 R17 Dimens õ es: 4,60m de comprimento e 2,68m de entre eixos Peso: 1.424kg 0 a 100 Km/h: 11,7s/11,4s (g/a) Velocidade m á xima: 197km/h (g/a) Consumo*: 9,6km/l (g) e 8,7km/l (a), na cidade Medi çã o feita pelo Motor extra
• Cruze da GM - Sem cruzar os braços

Substituto do Vectra, Cruze comprova a disposição da GM de melhorar sua imagem. Chegamos perto do carro e, cora a chave no bolso, pusemos a mão na maçaneta. A porta destrava sozinha. Entramos e logo nos acomodamos no confortável banco de couro em dois tons. Dedo no botão do painel para acionar o motor c a tela mul-timídia cora GPS acende no centro do tablier. Agora, basta acionar o câmbio automático de seis marchas para o seda acelerar com vontade, embalado pelo motor 1.8 16v. Por incrível que pareça, estamos num GM. Trata-se do Cruze, que resume bem a evolução da marca. Faz tempo que a GM é criticada por manter projetos antigos. O Cru­ze é uma bela resposta — ainda que tardia. Além de uma plataforma mo­derna, o seda estreia um conjunto mecânico protagonizado pelo motor Ecotec. Equipado com o também novo câmbio automático de seis ve­locidades (disponível na versão LTZ, a mais cara da linha), o carro mostra como a modernidade lhe cai bem. O motor corn comando variável na admissão roda suave e nem lem­bra aquela vibração irritante dos 1.8 e 2.0 FlexPower. Melhor que a sede também seja diferente: o modelo testado fez a elogiável média de 8,7km/l com álcool na cidade. As acelerações são eficientes e sem trancos na maior parte do tem­po. Fruto da caixa bem escalonada, que proporciona trocas suaves quan­do-trabalha acima dos 3.000rpm. Só mesmo em baixas rotações é que a transmissão vacila. Na estra-dinha sinuosa que liga o Horto à Vis­ta Chinesa, o Cruze trafegou entre 2.000 e 2.500rpm. Resultado: a toda hora a transmissão demorava a res­ponder, reduzindo abruptamente. Nada demais. Câmbio em modo manual sequencial, e o Cruze volta aos domínios do motorista. Nas mesmas curvas fechadas, o modelo revelou uma suspensão bem acerta­da como a do antecessor Vectra. Muito controlável, o carro jamais ameaça o motorista. Mesmo com urn trivial eixo de tor­ção na traseira, a suspensão se mos­tra bem calibrada nas curvas. Suave, filtra bem a buraqueira. A rigidez torcional é outro ponto a favor. Uma evolução clara ern relação ao Vectra é o ótimo espaço para per­nas e cabeça. A vida é facilitada por botões intuitivos e pela visibilidade ampla. O número de porta-objetos é interessante, com destaque para o compartimento com seis centíme­tros de profundidade no console central. De qualquer forma, ainda sentimos falta de uma variedade maior de porta-trecos .(Fonte:motor extra de 02/11/2011)-Fernando Miragaya  
• Camaro ZL1 - A história fica na poeira

Com 588cv, vers ã o ZL1 faz deste Camaro o mais potente e veloz de todos os tempos. Parece que os engenheiros automotivos nunca estão satisfeitos. Não bastava o Camaro SS render 406cv? Para o pessoal da Chevrolet nos Estados Unidos, não. Â nova versão ZL1 do mito tem nada menos do que 580cv. O mais nervoso Camaro de todos os tempos será apresentado no Salão de Los Angeles, que começa no dia 18 de novembro. A expectativa é de que chegue ao mercado americano já no início do ano que vem. O modelo usa o mesmo motor da configu­ração SS que é vendida no Brasil. Só que, na ZL1, o V8 de 6,2 litros recebe compressor me­cânico e intercooler. Além de gerar mais potên­cia, oferece Iorque de 76,9kgfm — contra os 55,6kgfm "normais". A Chevrolet criou o Camaro ZL1 para rivalizar com outra lenda nervosa das ruas: a versão Shelby GT500, do Ford Mustang — aqui, o V8 de 5,4 litros tem 550cv. Mas não pisque os olhos para assistir a este duelo. Você pode perder os carros de vista. ( Fonte:motor extra de 02/11/2011)-Fernando Miragaya  
• Nissan Versa-Ficha técnica

Pre ç os: de R$ 35.490 a R$ 42.990 Origem: México Motor: bicombustível, quatro cilindros, 1.598cm 3 , 16v; potência de 111 cv a 5.600rpm e torque de 15,1 kgfm a 4.000rpm (álcool ou gasolina) Transmissã câmbio manual de cinco marchas. Tração dianteira Suspens õ es: dianteira McPherson e traseira com barra estabilizadora Freios: dianteiros a disco ventilado e traseiros a tambor Pneus: 185/65R15 Dimens õ es: 4,45m (comprimento), 1,69m (largura), 1,51 m (altura) e 2,60m (entre-eixos) Porta-malas: 460 litros Pes 1.052kg O a 100 km/h: 10,7 segundos (álcool) Velocidade m áx 189km/h (álcool)
• Nissan Versa - Na briga por espaço

Versa é a aposta da Nissan para desbancar rivais como Siena, Voyage, Fiesta e Logan. As simpáticas ruas de Campos do Jordão vão fi­cando para trás. Estamos ao volante do Versa, num pri­meiro contato com o seda que a Nissan começa a ven­der por aqui no mês que vem. Acerta altura desta fa­se de descobertas, o sinal vermelho surge à nossa fren­te. Um homem de aproxima­damente 40 anos para ao la­do, com seu Citroen C3. Ele abaixa o vidro e, balançando a cabeça em aprovação, faz o positivo com o polegar. Ao longo de 50 quilóme­tros, o Versa se revelou um modelo consistente, que me­rece ser olhado com muita atenção não apenas pelo mercado, mas também pela concorrência. Plástico e mais plástico Visualmente, o seda é in­teressante e parece até de um segmento superior. Ponto para o longo entre-eixos de 2,60m — exata-mente a mesma medida tio Toyota Corolla. Para efeito de compara­ção, os principais concor­rentes do Versa ficam bem aquém neste quesito: Fiat Siena (2,37m), Volks Voya­ge (2,46m), Ford Fiesta se­da (2,48m) e JAC J3 Turin (2,40m) oferecem menos espaço, principalmente pa­ra as pernas dos passageiros do banco de trás. O único que tem um entre-eixos maior é o Renault Logan (2,63m). A Unha de cintura do Nis­san é elevada e termina com uma queda acentuada na co­luna traseira. O efeito alonga as formas, reforçando a im­pressão de que o porte do Versa é maior. Por dentro, o seda templásticos por todos os can­tos — apenas um pequeno pedaço das portas recebe tecido. Para tentar melho­rar a impressão de simplici­dade, a Nissan deu às peças plásticas uma textura avelu­dada. De qualquer forma, o Versa está praticamente no mesmo nível dos concor­rentes — Logan e J3 Turin são piores. Ótima posição de guiar Se o acabamento interno não é um sonho, o seda ao menos compensa a mesmice com ótima posição de dirigir. Por ter mais espaço, o console central não invade a área reservada ao motorista. Além disso, banco e volante com regulagem de altura são de série. As generosas abas laterais nos bancos, com es­puma de boa densidade, au­mentam o conforto. O Versa foi criado sobre a mesma plataforma do recém lançado March, porém esticada. O hatch emprestou ainda o motor 1.6 16v (lllcv), com variação de abertura das válvulas. O pro­pulsor trabalha na compa­nhia do câmbio manual de cinco marchas — não há transmissão automática.(Fonte:motor extra de 26/10/2011)-Diego Ortiz
• Citroen - Futuro real

Os novos C3 e 208 que serão feitos no Rio   A próxima geração do Ciíroen C3 já tem data marcada para entrar em produção no Brasil — o lançamento será no segundo semestre do ano que vem. O modelo é fabricado na Europa há dois anos e tem entre-eixos de 2,54m (sua plataforma é a mesma do C3 Picasso). São 8cm a mais do que no C3 feito desde 2003 em Porto Real, no Estado do Rio. Além de ser um pouco maior; o novo C3 tem linhas mais fluidas. O destaque é o para-brisa, que toma parte da capota. Depois, em 2013, será a vez de a fábrica brasileira começar a produ­zir o inédito Peugeot 208 — mais uma vez, adotando a plataforma do C3 Picasso. Assim, os modelos da marca do leão voltarão a ser iguais no Brasil e na Europa, ao contrário do que acontece hoje com o 207. (Fonte:motor extra de 22/10/2011) MARCO ANTÓNIO ROCHA.
• Jeep Grand Cherokee - Ficha técnica

Preço: R$174.900 Origem: Estados Unidos Motor: a gasolina, seis cilindros em V, 24v, 3.604cm 3 ; pot ê ncia de 286cv (a 6.350rpm) e torque de 35,4kgfm (a 4.300rpm) Transmiss ã o: tra çã o integral com op çã o de reduzida e cinco configura çõ es para diferentes terrenos, C â mbio autom á tico de cinco velocidades Suspens ã o: McPherson na frente e bra ç os m ú ltiplos atr á s Freios: a disco ventilado na frente e a disco s ó lido atr á s. ABS, EBD e assistente à frenagem de emerg ê ncia Pneus:265/60Rl8 Dimens õ es: 4,82m de comprimento e 2,91 m de entre-eixos Desempenho: n ã o informado Consumo*: 6,2km/l na cidade e I1,4km/l na estrada (Fonte:motor extra de 19/10/2011)
• Grand Cherokee - Sem negar as origens

Motorzão V6 e suspensão macia são traços marcantes do Jeep Grand Cherokee Veículos ao gosto americano sempre foram sinónimos de muito espaço interno, motores com nú­meros avantajados, dimensões ge­nerosas e aquela suspensão extre­mamente macia. Algo que marcou os carros americanos, maldosa­mente chamados de "banheiras". Pois bem, o Jeep Grand Cherolcee é um exemplo fiel desse estilo. A bordo da versão Limited, a mais completa e cara (R$ 174.900) do utilitário esportivo, tem-se todas essas percepções. A começar pelo desempenho. É pisar no ace­lerador que o V6 de 3,6 litros, cha­mado de Pentastar, se apresenta. Os ponteiros de conta-giros e velocímetro sobem rapidamente, e a frente do jipão empina. O desempenho só não chega a ser instigante porque o câmbio au­tomático de cinco velocidades da uma travada no excesso de anima­ção. É que há um pequeno buraco entre a segunda e a terceira mar­chas, o que compromete um pouco a atuação do modelo em algumas retomadas e aclives. Antes que se perceba, porém, o Grand Cherokee já está a lOOkm/h. Só não dá para se esquecer da vi­da... Em velocidades altas ainda existe a sensação de "banheira" — e não poderia ser diferente nesse utilitário alto que pesa 2.191 quilos. Nas curvas, a carroceria torce e nos buracos o veículo quica um pouqui­nho. O que não significa que es­tamos a bordo de um veículo in­seguro. Pelo contrário. O conjunto de suspensão, freios e transmissão é bem acertado. O Grand Cherokee usa a mesma pla­taforma dos Mercedes ML — sobras do casamento que formou a hoíding DaimlerChrysler. Só mes­mo o motor é diferente. Como hoje a Jeep está sob o do­mínio da Fiat, a tendência é que a próxima geração do utilitário traga outra base mecânica. Fato é que, usando as suspen­sões independentes da Mercedes, o Grand Cherokee, enfim, saiu da era dos eixos rígidos — e hoje é um elefante domado. Há controles ele-trônicos de estabilidade atuando quando se abusa em curvas. Nas freadas bruscas, o ABS ajuda a manter o carro sob controle.(Fonte:motor extra de 19/10/2011)  
• Audi A6 - Ficha técnica

Ficha t é cnica Pre ç o: R$ 313,390 Origem: Alemanha Motor: a gasolina, seis cilindros em V, inje çã o direta, sobrealimenta çã o por compressor, 2.995cm 3 ; pot ê ncia de 300cv (a 6.500rpm) e torque m á ximo de 44,8kgfm (a 4.500rpm) Transmiss ã o: c â mbio autom á tico sequencial S-Tronic de sete marchas. Tra çã o integral Suspens õ es: dianteira com cinco bra ç os e traseira com quatro bra ç os Pneus: 245/45R18 Freios: a disco nas quatro rodas s: 4,91 m (comprimento); 1,78m (largura); 1,45m (altura); e 2,91 m (entre-eixos) Peso: 1.740 quilos Tanque   65 litros O a lOOkm/h: 5,5 segundos   Velocidade m á xima: 250km/h Consumo: 1 2,12km/l (m é dia cidade/estrada) Dados do fabricante
• Audi A6 - Só falta voar

A6 faz quase tudo sozinho em movimento, mas nem isso torna sua condução chata. Mais que uma habilitação, é pre­ciso um breve de piloto para dirigir o A6. Isso porque é necessário aprender a operar vários recursos de bordo (alguns são os tais opcio­nais) e a não se distrair com eles. O A6 é grande, mas veste como um terno feito sob medida. O mo­tor responde forte, mas as trocas das sete marchas são quase imper­ceptíveis. Nas curvas, vamos gruda­dos ao chão, Na estrada, os dispositivos que a Audi alardeia fazerem diferença mostram que fazem mesmo. Co­meçamos vendo o sistema pré sen-se: uma câmera "enxerga" quando nos aproximamos perigosamente de outro veículo, emite alertas vi­sual e sonoro e ainda dá um cutucada no freio para nos "acordar". Se precisar, vai frear mais duas ve zes, cada vez mais forte. Ao mesmo tempo, o adaptative cruise control mantém distância se­gura do carro à frente, freando e acelerando por conta própria; o head-up display projeta no para-bri-sa várias informações (velocidade, GPS etc); e o sistema de navegação mostra a rota em uma enorme tela retrátil no centro do tablier. Se escurecer, entra em ação o night vision, que mostra em uma se­gunda telinha de cristal líquido, no painel, imagens de infravermelho que permitem "ver" 300 metros à frente. Com tudo isso e mais faróis bi-xenônio e seus vários controles eletrônicos (íração, estabilidade, ABS...), o A6 divide com o moto­rista a responsabilidade por uma díreção segura. Só não tira o prazer de conduzir a máquina.(Fonte:motor extra de 15/10/2011)  
• Picape S-10 - Contagem regressiva

GM mostra a versão final da Colorado. No Brasil, o nome S10 deverá ser mantido. A General Motors divul­gou as fotos da Colorado. A picape média já havia sido mostrada como protótipo em vários salões estrangei­ros — agora, chegam as ima­gens do modelo que será produzido em série. A novidade — que subs­tituirá atual S10 — será fa­bricada também no Brasil, a partir do primeiro semestre do ano que vem. A GM daqui estuda como chamar o modelo nacional: adota Colorado ou mantém a consagrada denominação S10? Este nome, afinal, já é conhecido aqui desde 1996, balizando a picape média mais vendida do país. A Colorado foi lançada primeiro na Tailândia — o país asiático também é o ponto de partida para outras picapes, como as novas Ford Ranger, Nissan Frontier e Mitsubishi L200. Sua cria­ção, contudo, se deu no cen­tro de desenvolvimento e es­tilo da GM em São Caetano do Sul, São Paulo. O desenho é assinado pe­la turma do Cario Barba, responsável por modelos co­mo Celta, Prisma e Agile. Coincidência ou não, vista de perfil a nova Colorado parece uma Montana mais musculosa. Lá fora, o veículo chega nas configurações cabine simples, dupla e estendida — derivação esta nem se­quer cogitada para o Brasil. Por aqui, o modelo terá versões 4x2 e 4x4. Um novo conjunto mecânico deve estrear na picape: o motor 1.8 16v flex (de Cruze), para as versões de entrada. E haverá, claro, a opção turbodiesel. O modelo da GM chegará a tempo de enfrentar a nova Ranger, que chegará ao Bra­sil em março de 2012. (Fonte:motor extra de15/10/2011)
• Volkswagen Tiguan - Detalhes tão pequenos

Tiguan 2012 tem novos (e incríveis) equipamentos. Pena que a maioria é opcional Naquela usual renovação de meia vida, a Volkswagen fez certo alarde para mos­trar o "novo" Tiguan. Só que é preciso ficar atento aos de­talhes para descobrir as no­vidades da linha 2012 do uti­litário esportivo. Por fora, o modelo adotou a nova iden­tidade visual da marca. Por dentro, porém, as estreias surgem aos poucos. São equipamentos inte­ressantes, mas a maioria ofe­recidos como opcionais. Co­mo o Kessy, sistema que per­mite abrir, fechar e ligar o veículo. Com a chave no bol­so, bastou chegar perto do carro trancado, pôr a mão na maçaneta e... a porta é des­travada. Depois, basta apertar o botão no painel para acionar o motor — e a diversão co­meça. Os 200cv do conheci­do propulsor 2.0 com turbo e injeção direta conferem ao SUV um desempenho para lá de interessante. Um motor consagrado Respostas rápidas, arran­cadas eficientes e retomadas seguras fazem parte da roti­na do Tiguan. Tudo corrobo­rado pelo bem calibrado câmbio automático Tiptro-nic, de seis velocidades. Mas por que a Volks man­teve esse câmbio automático convencional, em vez da elo­giada caixa DSG, automati­zada de sete marchas e dupla embreagem? O conjunto já está presente no Passat. A resposta: a fábrica pre­fere vender o Tiguan com DSG no mercado europeu, e não ainda tem capacidade para produzir mais carros com o equipamento. Assim, teremos que esperar até o fim do ano que vem. Até lá, nos contentemos com as novidades da linha 2012, que recebeu um novo volante multifuncional de sé­rie. Na sinuosa Serra do Rola Moça, entre Inhotim e Belo Horizonte, e as borboletas atrás da direção para as tro­cas de marcha permitem uma maior interação do mo­torista com o carro nas cur-vinhas maldosas. Estaciona sozinho! Do volante se opera bem o sistema de som com cone­xão Bluetooth, disqueteira para seis CDs e entradas pa­ra SD card e iPod. Tudo em uma tela sensível ao toque com GPS — opcional. Também é preciso desem­bolsar a mais pela segunda geração do Park Assist, que estaciona o carro sozinho. Agora, o utilitário "sabe fa­zer baliza" em vagas meno­res. Basta ao motorista en­grenar ré, apertar uma tecla e ir dosando no freio. O vo­lante e o acelerador traba­lham sozinhos. Agora, o equipamento também estaciona em vagas transversais e tira o carro das vagas paralelas. Há também um detector de fadiga. O sistema percebe uma mudança de comporta­mento na direção e lança um aviso sonoro e outro no qua­dro de instrumentos na for­ma de uma xícara de café.(Fonte:motor extra- FERNANDO MIRAGAYA)  
• Os novos EcoSport e Fusion

Os novos EcoSport e Fusion Próxima geração do utilitário chega às ruas em março. Já o seda estreia em Detroit. O New Fiesta hatch, que acaba de chegar ao Brasil, traz no porta-malas mais do que a aposta da Ford de ba­ter rivais como Fiat Punto e Volks Polo. O modelo feito no México dá boas pistas de como será a próxima geração do EcoSport, que estará nas ruas já em março do ano que vem, completamente diferente. Além traços do estilo, o utilitário herdará do New Fiesta a plataforma, o motor Sigma e o painel. Será mais comprido e mais largo do que o EcoSport atual. Desta forma, terá o porte certo para brigar com o recém-lançado Renault Duster. Projetado no Brasil, o novo Ford EcoSport será fabricado aqui e em outros países, como a China. A marca reserva mais novidades para o Brasil. O Fusion atual tem pe­la frente cerca de mais um ano e meio de vida por aqui. Seu sucessor já teve as linhas an­tecipadas pelo carro-conceito Evos, apresentado recentemente no Salão de Frankfurt, na Alemanha — ob­serve bem o jeito da dianteira: boa parte dele estará no seda. O novo Fusion, em sua forma de­finitiva, será revelado no Salão de Detroit, nos Estados Unidos, ern ja­neiro de 2012. De uma só vez, o pró­ximo seda substituirá também o Mondeo vendido hoje na Europa. Unificar os modelos pelo mundo é a nova política da Ford.(Fonte:motor extra de 12/10/2011)
• Renault Duster

Utilit á rio chega com v á rias vers õ es e bons argumentos para incomodar a concorr ê ncia   O reinado absoluto do EcoSport pode estar com os dias contados. Com um atraso de dois anos em relação à Europa, o Renault Duster, enfim, chega ao mercado brasileiro. O parrudo modelo é uma resposta (tardia) ao Ford que, por oi­to anos, nadou de braçadas como o utilitário compacto da classe média. O Duster segue a mesma lógica do rival. Só que com muitas vantagens. Fabricado no Paraná sobre uma pla­taforma alongada do Logan e do San-dero, o Renault é um projeto mais moderno, E o principal: tem preço inicial de R$ 50.900 — o EcoSport, bem menor e prestes a mudar, co­meça em R$ 54.790. Outro ponto a favor é o entre-ei-xos digno de um carro médio: 2,67m (maior que um Toyota Corolla). Du­rante a apresentação à imprensa, em Foz do Iguaçu, este foi um aspecto que logo chamou a atenção. O mo­torista tem bastante lugar para pernas e ombros. Atrás, dois adultos e uma criança conseguem viajar sem estres­se e a altura privilegiada favorece a sensação de espaço. Motor responde r á pido Além disso, o carro oferece as mais variadas opções: chega com motores 1.6 ou 2.0, ambos de 16 válvulas. Há versões 4x2 e 4x4, com câmbios ma­nuais (cinco ou seis marchas) e auto­mático de quatro velocidades. Para começar, dirigimos o Duster 1.6 versão Dynamique (R$ 56.900), com tração só nas rodas dianteiras. De cara, vieram as boas impressões. As duas primeiras marchas são curtas, o que privilegia as arrancadas. O mo­tor —conhecido no resto da linha Re­nault — responde rápido ao acelera­dor e o carro desenvolve bem. Dire çã o vacilante A caka de cinco marchas é bem es­calonada e contribui para o desempe­nho animado. Mas merecia ter curso curto, para engates mais rápidos. Em subidas, o modelo perde um pouco o fôlego: é preciso reduzir e passar das 3.000rpm para retomar o embalo. Um aspecto curioso é a direção, pesadinha na hora de manobrar, ape­sar da assistência hidráulica. Já em ve­locidades altas fica leve demais, per­dendo precisão. Apesar disso, a lOOkm/h, o Duster não deixa a desejar em estabilidade — o que é uma boa herança do Lo­gan. O utilitário se mostra equilibrado e "na mão" nas retas. Chegam as cur­vas e outra boa surpresa: a carroceria se mantêm no prumo, sem inclinar demais ou dar uma de joão-bobo. Em altas velocidades, o que mais incomoda é o ruído do motor — ape­sar de a fabricante dizer que traba­lhou bastante o isolamento acústico. Na avaliação, havia estradas de ter­ra ruins . E a suspensão da versão 4x2 se mostrou eficiente, mesmo com o trivial eixo de torção na traseira. En­frenta com robustez as ondulações e os buracos ao mesmo tempo em que filtra esses trechos. Com ou sem as­falto, o conjunto se mostrou eficiente e acertado.(Fonte:motor extra) • FERNANDO MIRAGAYA    
• Nissan March - Um barato diferente

Primeiro popular de uma marca japonesa, March tem rivais como Gol, Uno e Celta Como toda fabricante de automóveis, a Nissan quer vender mais. Pa­ra tanto, a marca precisava de um carro barato. A solu­ção veio com a produção no México do compacto March, que acaba de ser lançado no Brasil, Trata-se do modelo mais em conta de uma marca japonesa no país: seus preços começam em R$ 27.790. E o March (chamado de Micra na Europa) tem tudo para atender aos anseios da Nissan. A começar pelo vi­sual moderninho e com jeito de novidade em um segmento onde perduram projetos antigos e desafasados. Logo que se entra no car­ro, as dimensões compactas se fazem sentir. O espaço para pernas é reduzido e, atrás, apenas dois adultos viajam sem aperto. Para le­var a bagagem são apenas 265 litros de capacidade — uma grande mala e só. As limitações de sempre O acabamento segue a ló­gica singela dos populares. Há alguns encaixes irregula­res, principalmente na emenda dos painéis com o tecido do teto. O tablier traz plásticos rígidos, mas apa­renta uma qualidade melhor do que a de muitos ri­vais do carrinho, como VW Gol, Fiat Uno, Chevrolet Celta e Ford Fiesta. Mas o March tem virtu­des. O teto alto proporciona um interessante vão para as cabeças e aquela sensação de mais espaço. As estreitas co­lunas frontais e centrais não atrapalham a visão do moto­rista. Este desfruta de uma ergonomia satisfatória, com a maioria dos comandos bem ao alcance das mãos. Hora de virar a chave e ver o que o March 1.0 16v tem mais que os outros carros "mil". O peso abaixo de uma tonelada contribui para um desempenho justo. Pelas ruas planas da ensolarada San Diego, na Califórnia, o compacto mostrou arranca­das até competentes com seus 74cv. Estranho no ninho Colabora para isso um câmbio bem escalonado, com a primeira marcha cur-tinha. Mas basta pegar a pri­meira ladeira para o March voltar à realidade. O carro esmorece nas subidas, como a maioria dos modelos 1.0. Foi preciso paciência e ir pa­ra a direita — enquanto uma picapona Toyota Tundra im­paciente pedia passagem, O March se mostrou mais divertido em uma via expressa. Com uma boa esti­cada, foi possível passar dos 80km/h e deixar os carrões americanos com o orgulho ferido. Isso mesmo: bruta­montes como Chevrolet Tahoe, Cadillac Escalade e Lincoln Navigator supera­dos por aquele nipo-mexi-cano com linhas arredonda­das e dimensões enxutas. Do alto de seus utilitários, os gringos também puderam conferir um detalhe no dese­nho do March. O teto tem vincos em forma de bume­rangue, e a Nissan jura que diminuem o nível de ruídos no carro — o March, real­mente, não chega a ser muito barulhento.(Fonte:motor extra de 28/09/2011)  
• Peugeot - A era do torna lá, dá cá

Com lan ç amentos pr ó ximos, carros da Peugeot ser ã o os mesmos na Europa e no Brasil Daqui para a frente, tudo vai ser diferente... A Peugeot quer diminuir o tempo entre seus lançamentos na Europa e na América do Sul. Sendo assim, os modelos passarão a ser os mesmos lá e cá. Isso acabará com situa­ções como a do 207 brasilei­ro, que não passa de um 206 com um tapa no visual, pou­co tendo a ver com seu ho­mónimo francês. Como o Peugeot 208 será apresentado no Salão de Genebra, na Suíça, em mar­ço do ano que vem, podemos esperar para o começo de 2013 o início da fabricação do novo compacto em Porto Real, no Estado do Rio. As novidades da marca não param por aí. No meio do mês que vem, o esportivo RCZ começará a ser vendi­do no Brasil por preços em torno de R$ 130 mil. Importado da França, o cupê é equipado com o mes­mo motor do utilitário 3008: é o Prince 1.6 (PSA-BMW). com injeção direta e turbo-compressor. No RCZ. po­rém, a potência é de 165o (9cv extras). A previsão ini­cial é de vender uns 20 car­ros por mês, Seda 408 1.6 turbo Falando nisso, até janeiro. o seda médio 408 ganhará no Brasil uma versão topo de li­nha com o motor 1.6 turbo e câmbio automático de seis marchas. A novidade representará um belo ganho em desempe­nho e economia de combus­tível na comparação com o atual motor 2.0 aspirado, fa­bricado no Brasil — e aco­plado a uma caixa de quatro velocidades. Este conjunto, contudo, continuará em linha, sendo utilizado nas versões básica e intermediária do 408.(Fonte:motor extra de 28/09/2011)  
• Mostra de automóveis – A maior

Na maior mostra de automóveis do mundo, modelos já preparam a chegada ao Brasil. frankfurt • Ainda em meio à apre­ensão causada pela crise que se es­palha pelo mundo afora, o Salão de Frankfurt foi aberto ontem à im­prensa com a clara intenção de mos­trar que tudo vai bem com a indús­tria. E o maior evento do setor tem algumas novidades com data marca­da para chegar ao Brasil. Ò belo Citroen DS5, o novo Hyundai i30 e até um despretensio­so utilitário da Mazda já ensaiam o desembarque no mercado brasileiro. Isso sem falar de remodelações em carros já conhecidos, como o Mer­cedes Classe B e o Porsche 911. Citroen DS5 O carro mais luxuoso da marca chegará ao Brasil no primeiro tri­mestre do ano que vem. Com linhas fluidas, interior com forrações de couro e costuras prateadas, além de algo retro no visual, o DS5 terá uma versão com o sistema Hybrid4, que já estreou na Peugeot 3008. Mescla combustão com motores elétricos e tração nas quatro rodas.   HYUNDAI i30 Líder de vendas em seu segmento no Brasil, o hatch médio ganha uma segunda geração bem arrojada. De­senvolvido pela marca sul-coreana na Alemanha, o carro tem desenho agressivo, no estilo de modelos co­mo ix35 e Sonata. Vai estrear aqui no primeiro semestre de 2012.   MAZDA CX-5 A fabricante japonesa volta ao Brasil no ano que vem com modelos de passeio feitos no México: Mazda2 e MazdaS. Mas, com o sucesso dos utilitários, é provável que a linha ga­nhe o reforço do modelo que está em Frankfurt, o CX-5. (Fonte:motor Extra)
• A cidade dos sonhos automotivos

Conceitos são interessantes exercícios de criatividade. E alguns anunciam o futuro. Desenhista automotivo adora viajar em suas criações. E, quando surge um salão como o de Frankfurt, eles aproveitam para abu­sar da criatividade. Como em toda exposição que se preze, os conceitos prometem atrair olhares curiosos e dúvidas — como e se algum dia aqui­lo vai se tornar verdade.   PEUGEOT HX1 Existe porta tipo asa de gaivota, te­soura, suicida... Mas a Peugeot pre­feriu as "asas de morcego" para o conceito que está em Frankfurt. Sem coluna central, o carro ainda se des­taca por ser espichado — é muito baixo (l,37m) e extremamente com­prido (4,95m). Dizem que este conceito vai dar origem a uma nova linha de luxo da Peugeot, mais ou menos uma reen-carnação da linha 607 — que, neste caso, se tornaria 608. RENAULT FRENDZY Já imaginou a futura Scénic? A no­va minivan pode ter elementos deste conceito futurista da Renault. Só que o Frendzy está mais para van, e pode servir tanto a famílias como a empresários, já que funciona como escritório móvel. O conceito é totalmente elétrico e tem alguns excessos: teto de tecido, um inusitado assoalho de ardósia e tela digital de 37 polegadas.   FORD EVOS Parece até um Transformer. O ar­rojado conceito híbrido é cheio de modernidades, que vão além do de­senho das portas que parecem mãos de malabaristas — sobem para tudo quanto é canto. O carro monitora o condicionamento físico do motorista (dispositivo de segurança para evitar possíveis cochiles ao volante) e o cli­ma externo, para adequar o sistema de climatização. O desenho vai orientar a nova geração do Capri, cupê vendido entre os anos 60 e 80, que a Ford planeja ressuscitar. (Fonte:motor extra)
• Space Cross - Para a selva... de pedra

Nova Volkswagen Space Cross tem apelo fora de estrada, mas seu ambiente é o asfalto. "Cabe todo tipo de aventura", diz o belo cartaz que nos recebe para a apresentação da Space Cross. Mas não é bem assim... Estamos em Campinas para o teste do mais novo ojf-road de butique do mercado, e a chuva impiedosa que havia caído du­rante a madrugada fez os engenhei­ros da Volkswagen mudarem o per­curso. O trecho de terra batida com pedras proeminentes seria riscado do mapa. Literalmente. Eis aqui a primeira saia-justa do evento, marcado ainda por dois de­satinos. Um deles foi classificar a versão enfeitada da SpaceFox de "pequeno utilitário", coisa que São Pedro tratou de desmentir com sua providencial tempestade. É um car­ro urbano. E só. O outro disparate é ainda maior: o preço. A Space Cross está longe de ser um carro ruim., como o teste de 150 quilómetros nos mostraria, mas o que a Volkswagen pede por ela é tão sem sentido que fica difícil ima­ginar por que alguém pagaria quase R$ 58 mil (!!!) para desfilar. Comparação inevitável Quer aparecer? O mercado ofere­ce opções similares mais chamativas, como a espaçosa Nissan Livína X- Gear (R$ 52 mil), o vistoso Citroen AirCross GLX (R$ 58 mil) e a Fiat Palio Adventure Locker (R$ 58 mil) que, com seu sistema de bloqueio do diferencial, provavelmente encararia o tal trecho que os engenheiros da Voíks acharam por bem evitar. O novo aventureiro de mentirínha até tenta chamar a atenção, mas não chega nem perto disso. O banho de loja se limita a apliques escuros nos para-choques e nos para-Iamas, além de frisos e discretos estribos laterais. Menos mal que o indefectível estepe pendurado na tampa do porta-malas tenha sido deixado de lado. Pre ç o: 57.990 (manual) Origem: Argentina Pneus: 205/55 RI 5 Motor: flex, quatro cilindros, 8v, 1.599cm 3 ; pot ê ncia de 101cv (g) e 104cv (a) a 5.250rpm e torque de 15,4kgfm (g) e 15,6kgfm (a) Transmiss ã o: tra çã o dianteira. C â mbio manual l de ^cjncp marchas Suspens ã o: dianteira McPherson e traseira por eixo de tor çã o imens õ es: 4,1 Sm (comprimento) e 2,48m (entre-eixos) Peso:1.18
• DC 100 - O substituto do Defender

Defender sairá de linha. Vem aí o DC 100.    As linhas retas e o jeitão "tanque de guerra" que consagraram o De­fender estão próximos do fim. O modelo que se mantém mais fiel ao estilo original dos Land Rover dos anos 40 deve sair de linha em 2013. E as fotos que ilustram esta página já dão boas pistas de como será seu sucessor. Trata-se do DCIOO, conceito que estará no Salão de Frankfurt, na Alemanha, semana que vem. A exemplo do que a marca inglesa vem fazendo com seus protótipos, o pró­ximo Defender não fugirá muito destas formas — que, diga-se de pas­sagem, são fofinhas demais para um fora de estrada. Os tradicionalistas ficarão de cabelos em pé... Aos órfãos do rústico galipão, uma explicação plausível: as novas normas de segurança e emissão de poluentes, que entram em vigor na Europa daqui a dois anos, foram de­terminantes para a aposentadoria do velho guerreiro. Segundo a Land Rover, seria pos­sível adequar o Defender atual para poluir menos, mas os custos para en­quadrá-lo nas regras de segurança — principalmente no atropelamen­to de pedestres — inviabilizaram a produção do modelo tradicional.(Fonte:motor extra)  
• Ka Sport - Proibido para tímidos

Cor berrante, aerofólio e faixas adesivas fazem do Ka Sport o centro das atenções Há dez anos, a Ford lançou o carro mais divertido do Brasil: o Ka XR. Era pequeno e espertíssimo. Com câmbio curto e ronco estimulante, era feito para "autoentusiastas". Em 2003, apareceu o Ka Action, ainda mais diabólico. Por fora, era simples e pelado como um carrinho popular. Sob o capo, contudo, es­condia o mesmo motor 1.6 da versão XR — e nenhum enfeite indicava o monstro que se escondia ali... Mas o tempo passou e o antigo Ka nunca foi um grande sucesso no mercado. Em 2007, surgiu uma nova geração: o modelo cresceu em espa­ço interno e porta-malas, ganhou novo estilo e suas vendas triplica­ram. Só que todo mundo queria a versão 1.0 — o motor 1.6 ficou res­trito a uns 0,5% da produção. Agora, para tentar estimular as vendas do Ka 1.6, a Ford lançou a versão Sport. E, para chamar a aten­ção, deu ao carro rodas com jeitão esportivo, um grande aerofólio no teto, cores vistosas e... um montão de faixas adesivas, inspiradas nos Mustang mais brabos dos anos 70. Quer um Ka com motor 1.6, mas sem papagaiada visual? Não existe mais. O jeito é entrar nessa melancia (no caso, abóbora...) e atrair olhares. Sua passagem pelas ruas é um acon­tecimento: de crianças indo ao jar­dim de infância a coroas na mesa de dominó, ninguém fica indiferente. Não é um automóvel para tími­dos. Aos que curtem ser o centro das atenções, ótimo: por R$ 35.900, le­va- se para casa um carro mais cha-mativo do que um Mini duas vezes mais caro. E o modelo da Ford vem completinho. Traz de série ar-con-dicionado, díreção hidráulica, faróis de milha, vidros com acionamento elétrico, travas com controle remoto e toca-CD. De opcional, só o airbag duplo, que custa R$ l mil e vem com o velho volante do modelo antigo. Foi com a lembrança (ainda mui­to viva) do XR e do Action que en­tramos no Ka Sport. A posição de dirigir continua ótima — e gostamos do volante esportivo. Pena que ve­nha sem o airbag.(Fonte:motor extra)
• Audi R8 V10 GT - Rasante a 320km/h

Fomos a uma pista de pouso para acelerar (até o fim) o exclusivo Audi R8 V10 GT. Uma chance dessas não aparece a toda hora: dar velocidade máxima em um carro superesportivo que custa R$ l milhão, cercado de cui­dados — afinal, certamente, passa­ríamos dos 300km/h... O convite par­tiu da Audi, que reuniu jornalistas no Aeródromo de Gavião Peixoto, interior de São Paulo, para a apre­sentação da série especial R8 GT. Usada para os testes dos aviões da Embraer, a pista é a mais longa das Américas. Para o evento, tínhamos um retão de 3,600m para acelerar até a tenda da cronometragem e ou­tros 1.400m para parar o carro. O automóvel em questão é o R8, numa versão mais braba do que a habitual: chama-se GT e tem motor V10 fuçado para render 560cv. Materiais especiais foram usados para deixar o carro cem quilos mais leve do que o R8 "comum". Apenas 333 exemplares do GT foram fabri­cados — destes, somente três chega­ram ao Brasil.,, e todos já têm dono! A pista é larga e vamos ao volante tendo ao lado o piloto André Nicastro, que dá as instruções: acompa­nhe a faixa contínua pintada na pis­ta, mantenha-se reto e troque as marchas a 8.OOOrpm, usando as bor­boletas atrás do volante. Calibragem e estado dos pneus verificados, bandeira verde e lá va­mos! O motor ronca grosso, mas não tão alto quanto imaginávamos. Em 4,2 segundos já estamos a lOOkm/h. Os ponteiros do conta-giros e do ve-locímetro sobem com uma facilida­de incrível, mas a pista larga faz per­der referência da aceleração. Quarta marcha até 225km/h, quinta até 280km/h e o R8 GT con­tinua a ganhar velocidade... Um li­geiro temor no volante advém da pista rugosa, mas o carrão com tra-ção integral se mantém reto, sem ameaçar. Após pouco mais de um minuto, passamos pela cronometra­gem: o velocímetro mostra incríveis 328km/h (320km/h reais). Hora de tirar o pé do acelerador e frear — o Audi para como se nem fosse com ele. Nem deu tempo de ter medo.(Fonte:motor extra)
• Elantra - O Corolla da Hyundai

Elantra chega em setembro para a briga dos sedas. Preços a partir de R$ 70 mil A Hyundai está animada com o Brasil. Após a chegada do cupê Veloster este mês, a marca pre­para a estreia do Elantra. O seda médio sul-coreano estreará em setembro e de fornia abusada: quer brigar com as versões intermediárias ou completas de Toyota Corolla e Honda Civic. Para tanto, o Grupo Caoa, que representa a marca no Brasil, aposta no custo/benefício agressivo, marca dos Hyundai já vendidos por aqui. O Elantra terá duas versões, com preços entre R$ 70 mil e R$ 78 mil. Todos com airbags, ABS, ar-condicionado automático, sensor de estacio­namento e controle de cruzeiro. Inicialmente, o seda sul coreano virá somente com motor 1.816v de 144cv e câmbio automático de seis marchas. A Hyundai aposta ainda nas generosas dimensões: apesar de ser 2cm mais curto do que um Corolla, o Elantra tem lOcm a mais de entre-eixos — e isso ajuda bastante no espaço interno.(Fonte:motor extra)  
• Mitsubishi L200 Triton SR

Campeã do Rali dos Sertões do ano passado, Mitsubishi L200 Triton SR chega às lojas. A Mitsubishi começou a vender a L200 Triton SR, picape para com­petições semelhante à que venceu, em sua categoria (a pró-etanol), o Rali dos Sertões de 2010. Não por acaso, o modelo foi lançado justa­mente na largada da prova de 2011, no meio da semana passada. Definitivamente, não se trata de uma picape para trabalho... Entre suas características peculiares, o mo­delo tem estrutura tubular e carro-ceria de fibra de vidro. Cada roda recebe dois amortecedores da marca sueca Õhlins. A Triton SR é empurrada por um nervoso motor V6 de 24 válvulas, movido a álcool, que rende nada me­nos do que 247cv, Com tração 4x4, distância mínima do solo de ótimos 25cm e um gigantesco tanque para 360 litros de combustível, o modelo é talhado para enfrentar as trilhas mais pesadas sem que o dono fique com peninha. No final das contas os maiores obstáculos são mesmo os preços es-tratosféricos: a L 200 Triton RS cus­ta de R$ 225 mil a R$ 500 mil — esta, com preparação mais pesada.(Fonte:motor extra)  
• BMW – Pingos nos Is

BMW revela sua primeira linha de modelos “verdes”. A faceta ecologicamente correta da BMW tem nome, ou melhor, letra. Chamada de “i”, a linha aparece no salão de Frankfurt, em setembro, com dois carros-conceito. O i3 é um elétrico com motor de 170 cv, máxima de 150 Km/h e autonomia de 160 Km. Já o i8 é um esportivo que combina o motor do i3 com outro a gasolina, de 220 cv. A promessa é de um consumo de 33 Km/l.  
• Hyundai Veloster - Um pra cá, dois pra lá

Hyundai Veloster chega ao Brasil com três portas: uma à esquerda, duas à direita A voz cavernosa já anuncia: "Vem aí o Hyundai Veloster" — com a sílaba tónica no "lô". O cupê médio tem três portas: duas na la­teral direita e uma na esquerda. Se­rá apresentado este mês, mas só co­meçará a ser vendido na segunda quinzena de setembro. Algumas lo­jas aceitam reservas do modelo, que terá preço de R$ 68.700 — chegando a R$ 72.400 com teto so­lar e aros de 18 polegadas. Ao contrário do que sugere seu nome, o Veloster não é um prodí­gio de esportividade... Este Hyun­dai tem carroceria do tipo 2+2, ou seja: cabem dois adultos na frente e duas crianças atrás. Com 4,21m de comprimento, o novo modelo pesa 1.255 quilos. O carro tem tração dianteira e só chegará aqui com caixa automati­zada de seis marchas e dupla em­breagem. Será importado da Coreia do Sul com motor 1.6 de injeção di-reta e potência de 140cv — lá fora há uma versão turbo com 210cv.(Fonte:motor extra)  
• Renaul Sandero Automático-Enceradeira de asfalto

Câmbio automático no Sandero patina demais e faz o carro demorar a embalar Em time que está ganhando não se mexe... Mas a Renault mexeu: aproveitou o recente retoque no estilo da linha Sandero, a que mais vende no mercado (média de 5.400 unidades mensais), e pôs no com­pacto um câmbio automático com o motor 1.6 16v Hi-FIex. Trata-se da versão Privílège, que ganhou uma caixa de quatro mar­chas bem conhecida no Brasil: a AL4, que equipa vários Peugeot e Citroen vendidos aqui. E que foi usada também nos extintos Re­nault Mégane e Scénic. No Sandero., contudo, o entrosamento do motor 1.6 16v com a transmissão não parece tão bom quanto era na Scénic. A Renault afirma que osoftware que comanda a caixa tem nove programas e se adapta sozinho ao estilo do moto­rista. Fato é que, ao longo de nossa convivência com o hatch, a caixa sempre pareceu lerda demais para reagir e fazer as trocas. Um exemplo: o sinal abre, o car­ro parte, o câmbio mantém a pri­meira por muito tempo e o motor berra (por mais que o motorista seja suave com o acelerador). Por ou­tro lado, nas retomadas, a trans­missão demora a reduzir. Os mais impacientes acabam op­tando pelo modo manual para tro­car as marchas, mas nada empol­gante. A impressão é que a trans­missão é muito pesada para o mo­tor — só que o mesmo conjunto funcionava satisfatoriamente na minivan Scénic. O dono do posto vai ficar feliz Sandero automático fez a assustadora média de 5,7km/l na cidade, com álcool Curiosamente, as relações de mar­cha do Sandero Privilège automáti­co são as mesmas da finada minivan média Scénic. No hatch, porém, o diferencial é mais curto. O que põe por terra outra virtude do compacto: o consumo. Apesar de leve (1.095kg), o San­dero automático fez conosco a as­sustadora média de 5,7km/l com ál­cool, na cidade. Para efeito de com­paração, um Sandero Privilège que dirigimos no início do mês, mas com caixa manual e motor 1.6 de oito vál­vulas, fez 8,lkm/l (urbano). Pelo menos, o hatch da Renault manteve suas muitas virtudes. O Sandero ainda traz um bom acerto de chão, com sua suspensão suave, sem ser mole. O carro também não prega sustos nas curvas e tem dire-ção e freios no peso certo, sem ex­cessos de assistência. Base confiáve! Com a mesma plataforma do Lo-gan, o Sandero se destaca pelo espa­ço interno. Na frente, há lugar de so­bra para pernas e ombros. Atrás, dois adultos e uma criança viajam sem traumas. Graças à carroceria alta, ninguém reclama de aperto ou bate a cabeça no teto. Pontos também para o porta-malas, com capacidade para 320 litros. Os acessos são facilitados pelas portas amplas — em se tratando de um carro automático, é sempre bom lembrar o quanto isso é útil pra os motoristas cadeirantes. Na última plástica do Sandero, contudo, a Renault poderia ter capri­chado mais na ergonomia. As teclas dos vidros elétricos saíram da parte inferior do painel (atendendo a uma antiga reclamação) e foram para a porta, à frente do descansa-braço. Para acioná-las, contudo, o motoris­ta tem que se esticar. Comandos pouco intuitivos Já o comando dos retrovisores elétricos continua mal localizado, no console central, abaixo da alavanca do freio de estacionamento. E, ape­sar de agora ser mais moderno, o rá­dio com CD, Mp3, USB e Bluetooth tem comandos pouco intuitivos — você acha que vai aumentar o volu­me e acaba trocando de estação. A nova versão do Sandero custa RS 43.900. Resumo: por R$ 3.500 se leva um motor multiválvulas mais potente (112cv contra 95cv) e uma caixa automática de verdade. Assim, o Renault sai mais em con­ta do que as versões automáticas de Peugeot 207 (R$ 48.590) e de Ci­troen C3 (R$ 47.490). É, contudo, mais caro do que os rivais com câm­bio automatizado: Fiat Palio
• J3 Turin - Pastel bem recheado

Melhor marca chinesa no Brasil, JAC aposta nos itens de série para vendero J3 Turin. De março para cá, a pergunta que a equipe do Motor Extra mais ouve é: "Esses carros que o Faustão anun­cia são bons mesmo?". Ao que, in­variavelmente, respondemos: "Os JAC são os melhores chineses ven­didos no Brasil. Estão à altura de ri­vais feitos aqui, como o Renault San-dero e o Chevrolet Agile". E quanto à coragem de comprar um modelo novo, de marca desco­nhecida? Bom... é nítido que os JAC chegaram para ficar — ontem, em São Paulo, foi anunciada uma fábri­ca no Brasil, para produzir cem mil automóveis por ano. Seu representante no país é Sér­gio Habib, que trouxe a Citroen nos anos 90 e de bobo não tem nada. A tendência é que os inevitáveis pro­blemas iniciais de qualidade sejam sanados e, daqui a um ano ou dois, os J3 estejam no ponto. Origem omitida A propaganda maciça tem surtido efeito. Só em junho, foram vendidas 2.970 unidades do J3 (hatch e seda), deixando para trás modelos já bem conhecidos como Chevrolet Astra, Ford Focus e Honda Fit. Alguns con­correntes baixaram os preços. Assim, foi com grande interesse que recebemos a versão seda do J3 para testes. Balizado de Turin (sua propaganda é feita em cima do de­senho italiano, omitindo a origem chinesa), o seda custa R$ 39.900 — R$ 2 mil a mais do que o hatch. O valor já inclui acionamento elé-trico de vidros, travas e retrovisores, sensor de estacionamento, toca-CD, ar-condicionado, direção hidráulica, rodas de liga leve, ABS, duplo airbag e faróis auxiliares. Para comparação, um Renault Logan 1.6 8v com pacote semelhante de equipamentos (cobrados como opcionais) sai por R$ 42.900. (Fonte:motor extra)   Ficha técnica Preço: R£ 39.900 Origem: China                         Motor: a gasolina, quatro cilindros, 16v, 1.332cm3; potência máxima de 108cv (a 6.000rpm) e torque de_13,7kgfm (a 4.500rpm)                     Transmissão: câmbio manual de cinco marchas; tração dianteira Suspensões: McPherson na dianteira e na traseira (atrás, com dois braços transversais) Freios; discos ventilados na frente e tambores atrás, com A8S e EBD Pneus: 180/60 R15     Dimensões: 4,15m (comp.); 2,40m (entre eixos); I.I00kg
• Mercedes Jipão Classe G

Mercedes comprova í mpeto do jip ã o Class G em uma trilha para lá de inóspita. Se a Mercedes é considerada uma marca exclusiva, imagine um jipe fei­to pela empresa. Pois o Classe G é isto: um produto para lá de peculiar. A única versão do utilitário que che­ga ao Brasil é a G55 preparada pela AMG e vendida por R$ 450 mil. E as 20 unidades que a marca alemã pre­tende vender aqui este ano estão muito mais afeitas a inóspitas trilhas do que ao asfalto. Para provar tal ímpeto, a própria Mercedes preparou uma trilha fora de estrada em Campinas. Lá, o qua­dradão Ciasse G foi submetido a to­do tipo de desafio, mas superou tudo de forma divertida. O primeiro obstáculo foi uma rampa com 80% de inclinação. A tração reduzida e o motor 5.5 V8 com compressor, contudo, fizeram com que a Classe G subisse como se fosse um estacionamento de shop­ping. Ao acelerar, o torque de 71,3kgfm dobra com a reduzida: são mais de 142kgfm despejados nas quatro rodas do G55. E tinha mais. No teste de inclina­ção lateral, com 53 graus, foi a vez de avaliar o sistema que permite o blo­queio dos diferenciais dianteiro, central e traseiro. Se uma só roda estiver em contato com o solo (como no tes­te), o bloqueio impede que o torque seja desperdiçado nas rodas em fal­so. E, assim, o jipão seguiu viagem. Mas quem botaria um Mercedes de R$ 450 mil numa situação des­sas? A marca diz que os compra­dores do Classe G realmente usam o jipão em trilhas — nada a ver com donos de "utilitários de butique", daqueles que só rodam no asfalto. Na beira do precip í cio Difícil acreditar que alguém colo­caria o carro, como no teste, em uma descida bem íngreme (uma parede de 80% novamente). Veículo na bei­ra do precipício, reduzida acionada, câmbio em primeira e a única visão do motorista eram as copas das ár­vores. O instrutor ao lado dizia para acelerar devagar e não frear, mas a sensação era a de que nem Jesus no carona evitaria o pior. Mais uma vez, o jipão mostrou destreza e desceu como se as rodas estivessem fincadas na terra, sem escorregar. E foi assim em outros obstáculos pelo caminho. Lamaçal, irregularidades, terra fofa... O Clas­se G mostrou que um Mercedes po­de ser divertido, sem perder a clas­se. Até na lama.(Fonte:motor extra)
• Novo Honda CR-V - De olhos puxados

Futuro Honda CR-V tem desenho mais ousado e parecido com um certo coreano... As marcas japonesas se estabele­ceram peio mundo sem grandes ousadias visuais. Os sul-coreanos seguiram a receita nos anos 90 e 2000, mas, de uns tempos para cá, resolveram investir mais no estilo. Já os chineses ganharam a fama de copiarem desenhos dos outros. Curiosamente, agora parece que a Honda resolveu se inspirar nos co­reanos ao mostrar o conceito do fu­turo CR-V O protótipo já está muito pró­ximo do que será a quarta geração do utilitário esportivo — que será mostrada no Salão da Califórnia, em setembro. O modelo adotou uma frente com linhas bem defi­nidas. Capo curto, faróis angulosos com cortes retos e grade com três barras horizontais lembram o vi­sual do novo Kia Sporíage. As laterais trazem saliências na carroceria e a terceira coluna tem caimento suave. Apesar de não ter imagens da traseira, a única foto do CR-V Concept mostra que as lan­ternas continuarão paralelas ao vi­dro de trás. A Honda promete ain­da novos motores e interior. O próximo CR-V começará a ser vendido nos Estados Unidos ainda este ano. Os carros para o mercado americano são feitos numa fábrica em Ohio. Já o utilitário que é co­mercializado no Brasil vem do Mé­xico e a Honda, obviamente, não confirma sua data de chegada. Mas tudo leva a crer que o modelo de­sembarcará por aqui no segundo semestre de 2012.(Fonte:motor extra)
• Mercedes Classe C - Mais potente

Mercedes apresentou antes da corrida, na Alemanha, o seu Classe C mais potente O título desta página não é nenhu­ma referência ao líder da temporada de Fórmula l, Sebastian Vettel. Tampouco uma homenagem a Mi-chael Schumacher. Mas, num do­mingo em que o primeiro ficou fora do pódio e o heptacampeão não foi o mesmo dos áureos tempos, a Mer­cedes-Benz mostrou o Classe C mais potente do momento. Só para lavar a alma dos alemães... Criação da AMG, o C63 Coupé Black Series desfilou pelo circuito de Nurburgring, na Alemanha, com seu motorzão V8 6.3 de 517cv. Nú­meros preliminares da marca suge­rem um O a lOOkm/h em 4,2 segun­dos (a máxima não foi informada). O modelo tem suspensão com di­versas opções de calibragem, bancos esportivos, duas saídas de ar no capo, bitolas dianteira e traseira mais largas, além de bloqueio do diferen­cial. A série começará a ser vendida na Europa em janeiro. A Mercedes diz que o carro chegará ao Brasil no primeiro trimestre de 2012. Preço? Por enquanto, não se fala nisso...